Fernando Pessoa e Bethania: uma dupla separada pelo tempo e unida pela Arte de tocar o espírito humano

Quanto a mim o amor passou…

Eu só lhe peço que não faça…

Como gente vulgar…

E não me volte à cara quando passa por si…

 Nem tenha de mim uma recordação em que entre o rancor…

 Fiquemos um perante o outro…

 Como dois conhecidos desde a infância…

 Que se amaram por quando meninos…

 Embora na vida adulta sigam outras afeições…

 Conservam nos caminhos da alma…

A memória de seu amor antigo…

 E inútil…

Seja homônimo ou heterônimo, conchecia os sentimentos humanos como poucos!

 

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